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quinta-feira, 8 de maio de 2014

2014, o ano em que resolvi voltar

Tanta coisa aconteceu nem tudo foi bom, nem tudo foi tão ruim.
A correria da vida nos afasta de algumas coisas, cores e pessoas, mas cá estou... em alguns dias de reflexão, resolvi retomar alguns sonhos e projetos e construir algumas mudanças.
Estamos quase no meio do ano, mas nunca é tarde para recomeços.
Então vamos lá, com muitas novidades e alguns trabalhos bem sucedidos que vou compartilhar com Deus sabe quem, mas que jogarei para o universo, por que não né?

Abraços

MARCELEZA

domingo, 27 de fevereiro de 2011

2011...

E mais um ano se inicia... claro que em breve faz um pouco mais de 2 meses que o ano começou, mas como diz o inconsciente coletivo, no Brasil, o ano começa só depois do carnaval!
O ano para mim já ta correndo faz é tempo, aliás já passou muito tempo, daqui a pouco é dezembro, ou eu estou louca? O tic tac parece mais frenético, os segundos, minutos, horas, dias, meses, anos têm corrido todo apressado igual o coelho de Alice no país das maravilhas... Estou tentando acompanhar... veremos se consigo!
Uma das determinações de inicio de ano é dar mais atenção a este espaço... novamente digo: veremos se consigo!
Então... até breve!


MARCELEZA

sexta-feira, 26 de março de 2010

A era da correria...

Para pensarmos...
Nós bebemos demais, gastamos sem critérios. Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e raramente estamos com Deus. Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. nós falamos demais, amamos raramente, odiamos frequentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos á nossa vida e não vida aos nossos anos. Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldades em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio. Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos...
Estamos na era do "fast-food" e da digestão lenta; do homem grande, de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias. Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casa chiques e lares despedaçados. Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas".
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa. Uma era que leva essa carta para você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar em "delete".
Lembre-se de dizer "eu te amo" à sua companheira(o) e às pessoas que ama, mas em primeiro lugar, se ame... se ame muito.
Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro. Por isso, valorize sua família e as pessoas que estão ao seu lado, sempre.
(George Carlin)


Sobre o autor:

George Carlin foi um comediante, ator e autor norte-americano, pioneiro, com Lenny Bruce, no humor de crítica social. A sua mais polémica rotina chamava-se "Sete Palavras que não se podem dizer em Televisão", o que lhe causou, durante os anos setenta, vários dissabores, acabando preso em inúmeras vezes que levou o texto a palco.
Até meados da década de 1960, Carlin manteve uma imagem tradicional, com fato e cabelo curto. Depois, ao escrever novo ato, decidiu deixar crescer o cabelo e a barba, tornando-se um ícone da contracultura. Crítico acérrimo das religiões, ateu convicto, principalmente do sentido da culpa e do controle social, defendia valores seculares.
Morreu em um hospital de Los Angeles de paragem cardíaca, depois de, nos últimos 20 anos, ter passado já por um enfarte e duas cirurgias no coração. Sobrevive-lhe a sua segunda mulher e sua filha.
MARCELEZA